ASENATE A HISTÓRIA DA MULHER DE JOSÉ NA BÍBLIA
TEXTO
BIBLICO: GEN. 41-45
45
Faraó chamou a José Zafnate-Paneã, e deu-lhe por
mulher Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Depois saiu José por toda a
terra do Egito.
GEN:46: 20 E
nasceram a José na terra do Egito Manassés e Efraim, que lhe deu Asenate, filha
de Potífera, sacerdote de Om.
Asenate
(ou Asenat) é uma figura bíblica fascinante, mencionada no livro de Gênesis
como a esposa de José, o filho de Jacó. Embora sua aparição no texto sagrado
seja breve, ela desempenha um papel crucial na transição de José para a cultura
egípcia e na formação de duas das tribos de Israel.
Aqui
estão os pontos principais sobre sua história e importância:
1.
Origem e Família
Asenate
era uma egípcia de linhagem nobre. Segundo Gênesis
41:45, ela era filha de Potífera, que detinha o cargo de "sacerdote de
Om" (também conhecida como Heliópolis).
Heliópolis
era o centro do culto ao deus solar Rá, o que indica que Asenate cresceu em um
ambiente de elite, altamente influente na religião e na política do Antigo
Egito.
2.
O Casamento com José
O
casamento foi arranjado pelo próprio Faraó após José interpretar seus sonhos e
ser nomeado governador (vizir) do Egito.
- Contexto
Político: O casamento serviu para integrar José, um ex-escravo e
estrangeiro hebreu, à aristocracia egípcia.
- Significado do Nome: O nome Asenate (do egípcio As-Neit)
significa "aquela
que pertence a Neite", uma referência a uma importante deusa egípcia
da sabedoria e da guerra.
3.
Mãe de Manassés e Efraim
Asenate é a mãe dos dois filhos de José, nascidos antes dos anos de fome:
- Manassés:
Cujo nome significa "Deus me fez esquecer todo o meu
sofrimento".
- Efraim: Cujo nome significa "Deus me fez prosperar na terra
da minha aflição".
Esses
dois filhos foram posteriormente adotados por Jacó (Israel) como se fossem seus
próprios filhos, tornando-se os patriarcas de duas das Doze Tribos de Israel.
Isso faz de Azenate a única mulher egípcia a ser ancestral direta de tribos
israelitas.
Curiosidades e Tradições Posteriores
Como
a Bíblia fornece poucos detalhes sobre a personalidade ou a fé de Asenate,
surgiram diversas tradições para explicar como um patriarca hebreu pôde se
casar com a filha de um sacerdote pagão:
- "José
e Asenate":
Existe um antigo escrito apócrifo (não incluído na Bíblia) com esse
título. Ele narra uma história detalhada de como Azenate teria se
convertido ao Deus de José, rejeitando seus ídolos após se apaixonar por
ele.
- Tradição
Judaica (Midrash):
Algumas interpretações rabínicas sugerem que Azenate era, na verdade,
filha de Diná (irmã de José) com Siquém, tendo sido adotada por Potífera.
Essa teoria visava manter a linhagem de José estritamente dentro da
família de Abraão, embora não haja base textual em Gênesis para isso.
O
Legado de Asenate
Na narrativa bíblica, Asenate simboliza a providência de Deus na vida de José: de prisioneiro a um homem com uma família nobre e descendência que seria contada entre o povo escolhido.
Nas
listas de mulheres da Bíblia, a esposa de José, Asenate, raramente
aparece. O que realmente sabemos sobre essa mulher que se casou com um dos
homens mais importantes do Egito e criou dois antepassados das tribos de Israel?
Asenate
pode ser uma figura menos conhecida na Bíblia. No entanto, sua família
teve um grande impacto na história do cristianismo. Seu marido, José,
desempenhou um papel vital como o segundo de Faraó no comando do Egito e, por
meio de seu casamento, Azenate deu à luz dois filhos. Esses filhos se
tornaram chefes das tribos de Israel.
Depois
de todo esse sofrimento, José recebeu a dupla bênção de ter duas
tribos de seu nome.
Onde
a Bíblia menciona Asenate?
A
Bíblia menciona Asenate no livro de Gênesis. No capítulo 41, José acaba de
impressionar Faraó interpretando seus sonhos.
Por
causa disso, Faraó o coloca no comando do palácio, tornando José seu segundo no
comando. Depois de colocar José no controle do Egito, ele o adorna com seu
anel de sinete, vestes de linho fino e um colar de ouro. Ele também lhe dá
Azenate como sua esposa.
“O faraó deu a José o nome de Zafenate-Panea e lhe deu Asenate, filha de Potifera, sacerdote
de Om, para ser sua esposa. E José percorreu toda a terra do Egito” (Gênesis 41:45).
Azenate
é mencionada novamente vários versículos depois. Gênesis
41:50 declara: “Antes que chegassem os anos de
fome, dois filhos nasceram a José de Asenate, filha de Potifera, sacerdote de
Om”.
Asenate
deu a José dois filhos: Manassés e Efraim. A Bíblia menciona
Asenate e seus filhos pela terceira vez em Gênesis 46. Neste
capítulo, Jacó viaja para se reunir com seu filho amado, José. Deus diz a
Jacó que fará dele uma grande nação.
As
Escrituras listam todos os descendentes de Jacó que vieram para o Egito,
incluindo Manassés e Efraim, que nasceram ali. Com esses dois netos, a
família de Jacó somava setenta pessoas ao todo.
Que
tipo de família Asenate e José tiveram?
Como
dito acima, Asenate e José tiveram dois filhos. O nome de Manassés
significava “esquecimento ou aquele que foi esquecido”. Depois de nomear
seu filho, José disse: “É porque Deus me fez
esquecer todos os meus problemas e toda a casa de meu pai” (Gênesis
41:51).
Matthew
Henry explica que, embora suportemos nossos problemas, circunstâncias felizes
posteriores podem nos ajudar a abandoná-los. Henry explica que a
explicação de José sobre o nome de Manassés pode significar que ele queria
esquecer as lembranças desagradáveis e
o tratamento que recebeu na casa de seu pai Jacó.
O
faraó deu-lhe um novo manto que poderia significar abandonar o manto de muitas
cores que ele tinha quando era mais jovem. O casaco estava
amarrado ao ciúme e à traição de seus irmãos. Jacó poderia deixar suas
memórias difíceis para trás e olhar para o futuro com sua nova família.
Efraim significa
“frutífero ou crescente”. Em Gênesis
41:52, José diz que escolheu esse nome “porque Deus
me fez frutificar na terra do meu sofrimento”.
Antes
de sua elevação de status e do nascimento de seus filhos, José passou por
muitas dificuldades no Egito. Quando ele trabalhou como ajudante de
Potifar em Gênesis 39, a esposa de seu mestre notou sua boa aparência e
compleição.
Ela
pediu que ele fosse para a cama com ele, mas ele recusou. José recusou
repetidamente até que a esposa de Potifar mentiu e disse ao marido que José
tinha ido dormir com ela. Potifar ficou furioso e jogou José na
prisão.
José acabou
sendo libertado quando interpretou os sonhos de Faraó e lhe deu sábios
conselhos. Com sua prisão para trás, José está novamente avançando com o
nascimento de seus filhos. Sua esposa tem sido frutífera e sua família
está aumentando.
Sabemos
se Asenate seguiu os deuses egípcios?
Em
Gênesis, aprendemos que Asenate é filha de Potiphera, Sacerdote de On. De
acordo com o Dicionário Evangélico de Teologia Bíblica de Baker, o
termo Potiphera se referia a “sacerdotes de deuses
estrangeiros em terras estrangeiras”.
Daily
News Egito nos diz
que a cidade de On também era chamada de Heliópolis ou “Cidade do Sol”, e as
pessoas adoravam o deus sol. Enquanto Azenate era desta comunidade, se ela
continuou a seguir essas práticas pagãs após seu casamento com José é
desconhecido.
A
lenda rabínica dá um ponto de vista. Neste ponto de vista, Asenate
é totalmente egípcia, segue as práticas religiosas egípcias, mas depois se
converte à fé judaica.
Sabemos
que os filhos de José se tornaram os chefes das tribos de Israel. A
fé deles poderia ter vindo de seu pai ou talvez de sua mãe, se ela conhecesse e
seguisse Yahweh.
Conselhos
para quando seu cônjuge não compartilha sua fé
Em 2
Coríntios 6:14, Paulo declara:
“Não vos ponhais em jugo com incrédulos. Pois o que a
justiça e a maldade têm em comum? Ou que comunhão pode a luz ter com as
trevas?”
Este
versículo refere-se à prática de dois bois trabalhando juntos. Ambos
os bois seriam presos a uma barra. Se um fosse mais fraco do que o outro,
desaceleraria o mais forte. Da mesma forma, isso pode acontecer se um
cristão se casar com um incrédulo.
Ore
por seu cônjuge
A
Bíblia nos diz para orar pelos outros. Cônjuges casados com incrédulos podem orar para que seus maridos ou esposas voltem seus
corações para Deus. Efésios
6:18 diz:
“E orem no Espírito em todas as ocasiões com todo tipo de
orações e pedidos. Com isso em mente, esteja alerta e sempre orando por
todo o povo do Senhor”.
Deus
ouve todas as nossas orações e, embora eventualmente dependa de seu cônjuge se
ele seguirá a Cristo, você pode orar para que sua mente e coração estejam
abertos à fé.
Ore
com outras mulheres
Todas
as mulheres precisam de oração, independentemente de seu estado
civil. Orar com os outros é uma maneira poderosa de apresentar nossos
pedidos diante de Deus. Encontrar outras mulheres casadas com descrentes
também pode ser uma forma de formar uma comunidade com outras em situações
semelhantes.
Gálatas
6:2 diz:
“Levem as cargas uns dos outros, e assim cumprirão a lei de
Cristo”.
Não
fomos feitos para passar pela vida sozinhos. Seja celebrando o sucesso ou
compartilhando fardos, orar juntos traz força e unidade.
Ao
orar com os outros, a colaboradora do iBelieve, Debbie McDaniel, diz: “Ele levanta aqueles que se sentem derrotados e sem
esperança… Ele nos dá paz e confiança nEle. Ele nos lembra que precisamos
uns dos outros; nós somos Sua família. Há unidade e somos mais fortes
juntos do que separados.”
Viva
como exemplo
Jesus veio
à terra e modelou como devemos viver como cristãos. Muitas pessoas
passaram a acreditar que ele era o Filho de Deus depois de estar em sua
presença. Os cônjuges podem ser um exemplo de fé centrada em Cristo em
seus lares.
Liderar
pelo exemplo pode ser uma maneira poderosa de voltar o coração de alguém para
Deus. 1 Pedro 3:1-2 diz:
“Mulheres, do mesmo modo sujeitem-se a seus próprios maridos,
para que, se algum deles não crer na palavra, seja ganho sem palavras pelo
procedimento de suas esposas, quando eles vêem a pureza e a reverência de suas
vidas.”
Asenate
veio de uma cultura que adorava falsos deuses. No entanto, Deus a usou
para dar à luz dois futuros líderes das tribos de Israel.
Não
está claro se Asenate adotou a fé de seu marido, José, mas a bênção de seu
casamento permanece clara. Isso enfatiza que Deus pode usar qualquer
pessoa para impactar o mundo para Cristo, não importa sua origem.
Quem
Foi Asenate na Bíblia?
Azenate
ou Asenate, foi a esposa de José, o governador do Egito. De acordo com o texto
bíblico, Azenate era filha de Potífera, sacerdote da cidade de Om no Egito. Mas
por ser mencionada poucas vezes na Bíblia, não há muitas informações sobre a
história de Azenate.
O
nome Azenate tem derivação egípcia e seu significado é “pertencente a deusa
Neite”. O seu nome obviamente indica a criação de Azenate em meio ao paganismo
como filha de um sacerdote egípcio.
No
panteão egípcio, Neite, a deusa associada ao nome Azenate, era a deusa da
guerra e da caça. Além disso, Neite também era reconhecida como um tipo de
divindade criadora e inventora e que também estava associada à proteção dos
mortos. Na crença egípcia, Neite era criadora de deuses e homens, e
supostamente a inventora do tecido.
Geralmente
essa deusa era representada pela figura de uma mulher. Mas como o culto a Neite
no Egito remontava ao período pré-dinástico, ela também já foi representada por
outras formas como escaravelho, coruja, vaca etc.
A vida de Azenate
Tudo
o que se sabe sobre a vida de Azenate é que ela era filha de um sacerdote
egípcio. O nome do pai de Azenate, Potífera, faz referência ao deus Rá, pois
significa “dádiva de Rá”. Rá era o deus do sol no Egito Antigo, e com o tempo
se tornou uma das principais divindades egípcias.
Como
filha de sacerdote, Azenate então pertencia à classe social alta no Egito, pois
os sacerdotes eram representantes do Faraó. Inclusive, geralmente os filhos dos
sacerdotes egípcios também acabavam se tornando sacerdotes. Mas no Egito
Antigo, era muito raro que uma mulher exercesse o sacerdócio, mas ainda
aparentemente era algo possível. De qualquer forma, nada é dito no texto
bíblico que indique que Azenate também exercia o sacerdócio.
Como
o pai de Azenate era sacerdote no templo da cidade de Om, talvez
Azenate fosse natural dessa cidade. Om era o centro da religião solar, e era a
mesma cidade que os gregos chamavam de Heliópolis e que fica a cerca de dez
quilômetros da moderna cidade de Cairo. Portanto, o pai de Azenate era um sumo
sacerdote dos mais proeminentes no antigo Egito.
O
casamento de Asenate e José
O
casamento entre Azenate e José ocorreu no contexto em que ele deu a
interpretação dos sonhos de Faraó e foi feito governador do Egito para liderar
a terra no enfrentamento do período de grande crise que se aproximava.
O
texto bíblico diz que Faraó deu a José no Egito o nome
Zafenate-Panéia, cujo significado exato é incerto. Em seguida, o texto também
diz que Faraó foi quem deu Azenate por mulher a José. Mas não há qualquer
detalhe sobre porque ou como Azenate foi escolhida por Faraó para ser dada como
esposa a José.
Naquele
tempo José tinha cerca de trinta anos de idade (Gênesis 41:46). A menos que os
registros tenham omitido outros casamentos de José, ele teve apenas Azenate
como esposa.
Os
filhos de Asenate e José
A
Bíblia também diz que durante os anos de fartura no Egito, Azenate deu à luz
aos dois filhos de José. O filho primogênito de José e Azenate foi chamado
de Manassés, que significa “aquele que
faz esquecer”. O próprio José
explicou o significado do nome de seu primeiro filho quando declarou: “Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de
toda a casa de meu pai” (Gênesis
41:51).
O
segundo filho de José e Azenate recebeu o nome Efraim. O significado desse
nome transmite o sentido de “ser próspero”. Mais uma vez José também explicou o significado desse nome em
sua declaração: “Deus me fez próspero na
terra da minha aflição” (Gênesis
41:52).
Os
dois filhos de Azenate se tornaram ancestrais de tribos em Israel, pois Jacó acabou
dando porção dupla de sua bênção a José (Gênesis 48). Inclusive, apesar de
Efraim ter sido o filho mais novo, ele recebeu a bênção principal ao invés de
seu irmão.
No
momento da bênção, José até tentou fazer com que Jacó desse a benção principal
a Manassés, mas Jacó lhe explicou que embora Manassés se tornaria um povo
numeroso, a descendência de Efraim seria ainda maior e mais importante.
E
de fato a predição de Jacó foi confirmada na sequência da história bíblica,
pois a tribo de Efraim se tornou muito proeminente, chegando a ser a mais
emblemática entre as tribos do Norte. Inclusive, da descendência do filho mais
novo de Azenate nasceram nomes notáveis da história bíblica, como Josué e
a profetisa Débora.
O
que aconteceu com Asenate?
Por
fim, nada mais se sabe sobre a história de Asenate. A Bíblia não traz qualquer
informação sobre sua morte, mas é certo que ela viveu toda sua vida no Egito ao
lado de José.
No
entanto, como ocorre com outros personagens bíblicos acerca de quem não se tem
muitas informações, antigas lendas judaicas surgiram em torno de Azenate com o
objetivo de preencher as lacunas sobre ela.
Sem
dúvida a informação de que um hebreu, filho de Jacó, neto de Isaque, e bisneto
de Abraão, pertencente a linhagem da aliança, tenha se casado com uma mulher
que era filha de um dos mais importantes sacerdotes da religião egípcia daquele
tempo, é algo que chama a atenção.
Uma
das lendas mais conhecidas nesse sentido, sugere que Azenate supostamente
renunciou a sua religião pagã quando se casou com José, e adotou o culto ao
Deus de Israel. De fato, nós sabemos que a influência imediata de José no Egito
foi muito grande, e não seria estranho que essa influência tenha impactado de
alguma forma a vida religiosa de algumas pessoas, especialmente a de sua
esposa. Mas de qualquer forma, não há como afirmar nada com exatidão nesse
sentido.
O
apócrifo José e Asenate
A
obra apócrifa José e Azenate traz uma história romântica e um tanto quanto
fantasiosa a respeito de como José e Azenate se conheceram e ficaram juntos.
Essa obra apócrifa é de autoria desconhecida e talvez tenha sido escrita em
Alexandria entre o primeiro século antes de Cristo e o primeiro século depois
de Cristo.
O
conteúdo da obra pode ser dividido em duas partes principais. Na primeira
parte, o romance de José e Azenate é descrito com detalhes de uma típica
história de amor que mistura elementos de rejeição, arrependimento e paixão.
Nessa
sessão é dito que Azenate era uma jovem virgem de dezoito anos quando conheceu
José, e que houve relutância das duas partes em iniciar o romance. No entanto,
num contexto de eventos miraculosos, tanto José quanto Azenate aceitam um ao
outro e Azenate acaba convertida ao Deus de José.
Já
na segunda parte do livro, o casamento de José e Azenate enfrenta um desafio.
Supostamente o filho de Faraó desejou ficar com Azenate e para isso ele tentou
matar José. Na tentativa de obter sucesso em seu plano, o filho de Faraó tentou
recrutar até mesmo os irmãos de José para ajudá-lo. Mas a narrativa termina com
Faraó e seu filho morto, e José assumindo o trono do Egito de forma
surpreendente.
Mas
apesar dos detalhes específicos, essa obra não passa de uma narrativa ficcional
produzida no contexto da diáspora judaica no mundo helenizado. É possível que o
seu autor quisesse abordar temas importantes desse contexto, como por exemplo,
a questão dos casamentos mistos.
De
qualquer forma, jamais a lenda reproduzida por essa obra deve ser equiparada a
confiabilidade do texto bíblico. Na verdade, a única informação realmente
consistente a respeito da vida de Azenate é aquela registrada na Bíblia.
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