quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

O VALE DOS OSSOS SECOS

                                                        VALE DE OSSOS SECOS   

 TEXTO BÍBLICO: Ezequiel 37:1-14

 Ezequiel 37 é um dos capítulos mais vívidos e poderosos do Livro de Ezequiel, repleto de simbolismo e significado espiritual. Ele narra a visão do profeta Ezequiel sobre o Vale de Ossos Secos, uma metáfora poderosa sobre a restauração do povo de Israel.

Contexto Histórico

O capítulo se situa em um período de grande desespero para o povo de Israel. O Reino do Sul havia sido destruído, muitos judeus foram levados para o exílio na Babilônia e a nação parecia estar morta e sem futuro.

A Visão

No vale, Ezequiel vê uma grande quantidade de ossos secos, espalhados por toda parte. Deus pergunta a Ezequiel se aqueles ossos podem reviver, ao que ele responde que só Deus sabe. Então, Deus ordena que Ezequiel profetize sobre os ossos.

A Profecia

Enquanto Ezequiel profetiza, os ossos começam a se juntar, formando esqueletos. Em seguida, surgem tendões, músculos e carne sobre os ossos, e a pele os cobre. No entanto, eles ainda não têm vida.

Deus então ordena que Ezequiel profetize ao vento, para que ele sopre sobre aqueles corpos e eles vivam. O vento obedece, e os corpos ganham vida, levantando-se como um grande exército.

Significado

A visão do Vale de Ossos Secos é uma poderosa metáfora sobre a restauração de Israel. Os ossos secos representam a nação em seu estado de desespero e exílio, enquanto a ressurreição dos corpos simboliza a volta do povo à sua terra e a restauração da sua aliança com Deus.

A visão também aponta para a ressurreição espiritual, mostrando que Deus tem o poder de trazer vida onde há morte e esperança onde há desespero. É uma mensagem de consolo e esperança para o povo de Israel, e para todos que se sentem perdidos e sem futuro.

Relevância Hoje

A mensagem de Ezequiel 37 ainda é relevante hoje. Ela nos lembra que, mesmo nos momentos mais difíceis, Deus não se esqueceu de nós. Ele tem o poder de nos trazer de volta à vida, restaurar nossos sonhos e nos dar um futuro cheio de esperança.

Se você está passando por um momento difícil, lembre-se da visão do Vale de Ossos Secos. Deus pode trazer vida nova para sua situação, assim como Ele fez com o povo de Israel.


Introdução:

A – O povo de Israel estava no cativeiro, na Babilônia, sofrendo. Não existe nada mais desalentador para um povo que a escravidão.
a) Entre os dez mil dos principais do povo que foram levados cativos para a Babilônia estavam Ezequiel, Jeremias, Daniel, Hananias, Misael, Azarias e muitos outros.
b) O templo do Senhor fora queimado e a cidade de Jerusalém destruída. Só os pobres da terra foram deixados para que cuidassem da lavoura.

B – Pior: embora vivendo no cativeiro, o povo continuava sendo rebelde, idólatra e longe de Deus.

1 – Revelavam estar poucos dispostos a praticar uma reforma espiritual completa. Foram tempos turbulentos para Ezequiel. Sendo ainda jovem, foi chamado para o ofício profético.


C – Deus, porém, queria dar a eles, e a nós, esperança de melhores dias para o seu povo.

1 – Deus está esperando e está pronto para dar-nos melhores coisas no futuro, com a condição de voltarmos para Ele.

a) É a respeito deste assunto que eu desejo falar à Igreja de Deus nesta hora.

D – Uma das mais interessantes mensagens em toda a Bíblia é a visão de Ezequiel no vale dos ossos secos.

1 - Para Ezequiel foi uma experiência impressionante.
2 – Foi-lhe ensinado de uma maneira que ele jamais poderia esquecer. Uma lição muito valiosa.
3 – O povo de Israel tinha sido levado para o cativeiro. Agora eram como ossos secos.

a) Mas eles pensavam ser ainda o povo de Deus, apesar da escravidão, mesmo estando num estado de rebelião contra Deus.

4 – Eles imaginavam estar vivos, mas à vista de Deus estavam mortos.

E – Não há coisa mais morta do que ossos secos.

F – O que eles estavam necessitando?

1 – De ressurreição.
2 – Como todos os mortos, o povo de Israel estava alheio a esta situação.

G - Foi nesta ocasião e nesta condição, sem esperança, que Deus chamou Ezequiel, que era sacerdote, para que se tornasse o Ezequiel profeta.

1 – Ezequiel não esperava ter muito êxito em seu trabalho.

a) Ele conhecia bem de perto as condições de Israel. Além disso, ele conhecia também as suas limitações pessoais.

(1) Como poderia ele fazer algo por Israel na condição em que se encontrava espiritualmente? Era algo que ele não podia entender.

I – UM VALE DE OSSOS SECOS




A - “Veio a mim a mão do Senhor”. (Ezequiel 37:1 - 1ª. Parte).

1 – É sempre uma experiência impressionante, quando a mão do Senhor repousa sobre nós.

a) Esta mão do Senhor repousando sobre nós pode nos eletrizar e pode também nos matar. Ezequiel sabia que era a mão do Senhor. E ele compreendeu que Deus o chamou para uma importante missão.
b) Assim, ele respondeu: “Mas onde eu serei enviado?” “Qual seria o seu primeiro campo de ação?” “A que grande cidade serei mandado?” “A que grande e influente Igreja irei pregar?”

2 – Esse seria um chamado do Senhor. Portanto, deveria ser uma responsabilidade importante. Ele não tinha de esperar por muito tempo.

3 – Diz o texto: “E o Senhor me levou em Espírito”. (v.1).

a) Ezequiel passou por cima das cidades, onde há muita confusão, muito barulho e muitas luzes. Ezequiel voou por cima das vilas com suas vidas pacatas e confortáveis. Ezequiel passou por cima dos campos com seus lagos e rios. Ezequiel passou pelas planícies e por cima das colinas cobertas de árvores.

4 – A Bíblia diz: “E me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos”. (v.1 - últ. Parte)

B - A preocupação de Ezequiel.

1 - Certamente ele falou a Deus e disse: “Mas Senhor, o que vamos fazer aqui, nesse vale cheio de ossos?” “Senhor, aqui não é lugar para um sacerdote e nem para um profeta?”. “O que se necessita, aqui, é de um coveiro para abrir as sepulturas e para enterrar esses defuntos”. “E, agora, tu me mandas para esse lugar real, para esse cemitério!”

CPrezados irmãos, este vale de ossos era um lugar real e não imaginário.

1 – Tinha sido um campo de batalhas. Era o resultado de uma guerra do passado.
2 – Tantos tinham sido mortos na guerra que era impossível sepultar a todos.
3 – Assim, o que eles fizeram foi fechar o vale e deixar lá os que morreram na batalha.

a) Ali não era um lugar para uma pessoa ir. Fazer o quê?
b) Os campos de batalhas com seus mortos sempre foi um lugar evitado.

Experiência: O livro “Sequestro em Angola” conta a experiência de duas missionárias brasileiras da Igreja Batista que foram sequestradas pela UNITA. Viajaram vários meses para chegar à Jamba, capital do império de Jonas Savimbe, o líder guerrilheiro da Unita. Passaram por um campo de batalha de nome Coitocanaval. A batalha de Coitocaval ficou registrada na guerra de Angola como a mais cruel de todas. Alguns meses antes tinha havido essa grande batalha entre os exércitos da Unita e do MPLA. Nessa batalha morreram mais de 5.000 soldados. Elas passaram nesse lugar por entre os cadáveres abandonados.

D Ezequiel estava também num lugar assim.

a) Ele falou a Deus: “Senhor, o que estamos fazendo aqui nesse cemitério?”

 “Senhor, se queres que eu pregue, se queres que eu profetize, tudo bem - eu faço, mas me tira daqui deste cemitério”. (Na Bíblia, muitas vezes o verbo “profetizar” tem o sentido de “pregar”)

1 – “A quem eu vou pregar neste cemitério?”
2 – “Leva-me para uma cidade”.
3 – “Leva-me onde está o povo”.
4 – Eu pregarei a mensagem. Eu farei de todo coração.
5 – Porém, aqui, Senhor, neste cemitério, não posso fazer nada.

a) Mas o Senhor disse a Ezequiel: “Não! Esta é a tua Igreja: prega! Esse vale cheio de ossos é o teu lugar de trabalho: prega!”.

EDeus disse a Ezequiel: “Vamos dar uma olhada ao nosso redor”.

1 – “E me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos”. (v.2)
2 – Ezequiel andou várias vezes ao redor do vale. Depois de muito andar, ele chegou à seguinte conclusão:

a) Os ossos eram muito numerosos.
b) Estavam sequíssimos.

F – “Então me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão viver estes ossos?” (v. 3).

Aplicação homilética: Coloque-se no lugar de Ezequiel. Como você responderia se estivesse no lugar do profeta? O que você diria a Deus?

a) Ezequiel não tinha fé suficiente para dizer “Sim”, mas também não tinha coragem de dizer “Não”.
b) O pior: é que ele nem sequer disse: “Eu não sei”.
c) O que ele disse, em resumo, foi o seguinte:

(1) “Senhor, esta é uma boa pergunta”!
(2) “O Senhor a fez, o Senhor a responda”.

e) Ele disse a Deus: “Senhor Deus, tu o sabes”. (v. 3)

(1) Quem faz a pergunta é que tem o direito de saber a resposta.

G – “Então me disse Ele: profetiza a estes ossos”. (v.4).

1- Repito: Na Bíblia a palavra “profetizar” tem muitas vezes o mesmo sentido de “pregar”.

a) Numa outra tradução diz: “Prega a estes ossos”.

2 – Eu posso imaginar a resposta de Ezequiel: “Senhor, é impossível! Como eu vou pregar para ossos sem vida?”

a) Ossos não têm ouvidos. Ossos não podem ouvir.

H – Ezequiel questionou consigo mesmo e disse depois a Deus: “Senhor, em Israel de hoje, é difícil pregar aos vivos, e tu me mandas pregar a ossos secos?”

1- Irmãos, não adianta o homem querer questionar com Deus. Quando ele pede a solução é obedecer.

a) “Disse-me Ele: Prega a estes ossos e dize-lhe: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor”. (v 4).

II – PREGANDO A OSSOS SECOS

A – Certamente você é também um pregador da Palavra de Deus como eu sou.
1 – Eu posso me colocar no lugar de Ezequiel. Eu gostaria que você se colocasse no lugar dele. Era uma difícil tarefa indicada para o profeta.


B – Deus, porém, disse a Ezequiel: “Filho do homem, prega a estes ossos e dize-lhes: ‘Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor’”!

C – O versículo diz: “Assim diz o Senhor Deus a estes ossos. Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis”. (v.5)

D – O verso seguinte: “E porei nervos sobre vós, e farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que Eu sou o Senhor”. (v.6).

1 – Eu posso imaginar Ezequiel dizendo: “Senhor, se isto acontecer, enquanto eu pregar, então, eu saberei que tu és mesmo o Senhor Jeová”.

a) Assim, Ezequiel pregou como fora ordenado.
b) E, ao pregar, houve um grande ruído no vale.
c) Os ossos começaram a se mexer e depois a se juntar, ossos com ossos.

2 – Eu imagino que Ezequiel estava com os olhos fechados. E quando ele ouviu o ruído, abriu bem os olhos. Agora estava espantado!

E – É isso que diz o verso 8: “E quando olhei, eis que havia nervos sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles, mas não havia neles o espírito”.

1 – Não havia neles vida.
2 – Ezequiel estava maravilhado e disse: “Senhor, o que estou vendo aqui é maravilhoso. É sensacional!... Nunca aconteceu coisa semelhante quando eu preguei, porém aonde iremos agora”?
3 - Em vez de termos um vale cheio de ossos, temos um vale cheio de cadáveres, um vale cheio de esqueletos.

a) Agora, Ezequiel estava se envolvendo com o assunto.

(1) Sua fé começou a aumentar. O seu entusiasmo cresceu.

F - E o Senhor disse a ele: “Então Ele me disse: Prega ao espírito, prega ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre esses mortos, para que vivam. Preguei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso”. (vs. 9 e 10).

1 – Meus irmãos, esta era uma experiência maravilhosa, um milagre maravilhoso.
2 – Mas o que significava tudo aquilo para Ezequiel e para nós hoje?
3 – Qual era o objetivo de Deus dar a Ezequiel esta visão?
4 – Qual era a lição que Deus tinha e tem ainda hoje para o seu povo?

III – O SIGNIFICADO DA VISÃO. 

A - “Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todos exterminados. Portanto, prega e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. Sabereis que Eu sou o Senhor, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fiz sair dela, ó povo meu. Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecereis na vossa própria terra. Então, sabereis que eu, o Senhor, disse isto e o fiz, diz o Senhor”. (versos 11a14).

1 – Esta era a lição para Israel:

a) Era uma promessa de reavivamento espiritual.

(1) Era uma promessa de ressurreição.

B - Deus deu a Ezequiel a mensagem.

1 - Ezequiel transmitiu a mensagem.
2 – Embora no cativeiro, um grande Reavivamento teve lugar entre o povo de Israel.

C – Por que estamos estudando este assunto agora?

1 – Pode alguém dizer: “Isto aconteceu há muitos séculos”.

D – Meus irmãos, a Bíblia diz que tudo o que aconteceu no passado foi para o nosso exemplo.

E – Nesta mensagem dada a Ezequiel há ainda mensagem para nós que vivemos no século XXI.

1 – O Senhor está falando ao Seu povo e a Sua Igreja através de Ezequiel, hoje.

IV – A CONCLUSÃO DA VISÃO:

A – O vento soprou nos ossos, e eles reviveram.

1 – Foi ordenado que o vento soprasse sobre os corpos e estes receberam vida novamente.

a) O vento é a figura do Espírito de Deus e representa o Seu poder vivificante.

B – Temos hoje, tanto quanto nos dias de Ezequiel, uma Igreja que está dormindo, que está morrendo.

1 – Uma Igreja morna espiritualmente.
2 – Desesperadamente, a Igreja de Deus, hoje, necessita reavivar-se.
3 – Os anos passam, e a Igreja vai-se acomodando.

a) O pecado vai penetrando sub-repticiamente na Igreja.
b) O secularismo, o mundanismo vai destruindo a espiritualidade da Igreja como aconteceu com o povo de Israel.

4 – Mas esse mesmo Deus que reavivou os ossos secos, quer nos reavivar ainda hoje.
5 – Ele quer que a ressurreição tenha lugar em nossas vidas e em nossos dias.
6 – Não podemos pensar que tudo está bem e que não necessitamos de mais nada.
7 – Não podemos dizer: “Rico sou. Estou enriquecido e de nada tenho falta”.


“Apesar de diferentes, Reavivamento e Reforma se completam. Reforma sem Reavivamento leva ao legalismo; e Reavivamento sem Reforma leve ao fanatismo”, disse alguém.

B – Quem vai fazer a Reforma? Com quem a Reforma vai-se iniciar?

1 – Aqueles que estudam o assunto das reformas dizem: “Nenhuma reforma começa com quem está no poder ou no comando”.
2 – Qualquer reforma - seja ela política, social, econômica, religiosa ou quaisquer outros tipos de reforma – parte sempre de fora para dentro e nunca de dentro para fora.
3 – Vejam os políticos! Falam muito em reformas e mudanças, enquanto estão na oposição, mas quando chegam ao poder e começam a liderar, esquecem de reformar.
4 – Na religião, não é diferente; é a mesma coisa. Alguém necessita começar a reforma.

a) Portanto, qualquer tipo de reforma, sempre começa com uma pessoa, com um indivíduo - e não com as massas.

5 – Sendo assim, se eu sou uma pessoa religiosa, a reforma deve começar comigo. Começar com você. Não pense em reformar os outros, sem primeiro começar a reformar a sua vida.

C – Os ossos secos necessitam reviver. Ossos Secos!...
1 – Nunca imagine que os ossos secos são sempre os outros. Não!

a) Se você nada faz para melhorar a vida espiritual de sua Igreja, você é também um osso seco.
b) Se você fala muito e não faz nada, você é um osso seco.
c) Se você fala dos líderes da Igreja, mas vive uma vida pior que a deles, você é um osso seco.
d) Se você não faz nenhum trabalho missionário, mas diz “Esse trabalho pertence aos pastores, e não mim”, você é um osso seco.
e) Se você nunca prega a Palavra, mas gosta de criticar aos que pregam, você é um osso seco.
f) Se você gosta de criticar a liderança da Igreja, mas vive em pecado, você é um osso seco.
g) Se você é um cristão, mas não gosta de falar de Jesus Cristo, você não passa de um osso seco.

– Um osso seco que nenhum cão quer farejar ou roer.

CONCLUSÃO:

A – Deus continua a dizer, hoje: “Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor”.

B – Necessitamos preparar o caminho para o derramamento do Espírito Santo.

C – Esse Reavivamento necessita acontecer aqui e agora.

1 – A minha pergunta é:

a) Se não for agora, quando será?
c) Se não for conosco, com quem será?
c) Se não for aqui, onde será?

D – Deus chama a sua Igreja para despertar. Estamos em meio aos perigos dos últimos dias. Maiores perigos estão diante de nós. Todavia nós não estamos alerta.

  

Isaías 55:6“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar”.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

FICA TRANQUILO, JESUS TAMBEM CHOROU !!!


                                                           E JESUS CHOROU!!!

 

A Bíblia menciona que Jesus chorou em três ocasiões distintas, cada uma com um significado profundo:

 

  1. Diante da morte de Lázaro (João 11:35): Este é o versículo mais curto da Bíblia, expressando a profunda tristeza de Jesus pela perda do amigo.
  2. Ao ver a cidade de Jerusalém (Lucas 19:41-44): Jesus chorou sobre a cidade, prevendo sua destruição devido à rejeição do Messias.
  3. No Getsêmani (Mateus 26:37-38, Marcos 14:33-34): Jesus expressou angústia e tristeza em oração antes de sua prisão, revelando sua natureza humana.

 

Os relatos dos momentos em que Jesus chorou enfatizam sua natureza compassiva e solidária, capaz de se conectar com a dor humana.

 

A Bíblia relata que Jesus chorou em três ocasiões:

  1. Em Betânia, pela morte de Lázaro (João 11:35): Jesus chorou ao se deparar com a tristeza das irmãs de Lázaro, Marta e Maria, e dos amigos que o amavam. Esse choro demonstra a profunda compaixão de Jesus pela dor humana, mesmo sabendo que ele tinha o poder de ressuscitar Lázaro.
  2. No Monte das Oliveiras, por Jerusalém (Lucas 19:41-44): Jesus chorou ao contemplar a cidade de Jerusalém, prevendo sua destruição por causa da rejeição do Messias. Esse choro revela o amor de Jesus por seu povo e sua tristeza pela dureza de seus corações.
  3. No Getsêmani, antes de sua prisão (Mateus 26:36-46; Marcos 14:32-42): Jesus chorou em agonia ao antever o sofrimento que o aguardava na cruz. Esse choro mostra a humanidade de Jesus, que, mesmo sendo Deus, experimentou a angústia e o medo da morte.

 

O fato de Jesus ter chorado demonstra que ele é verdadeiramente humano, capaz de sentir as mesmas emoções que nós. No entanto, seus choros também revelam sua divindade, pois ele chorou por amor, compaixão e justiça, atributos que emanam da natureza de Deus.

 

Em resumo, os choros de Jesus não contradizem sua divindade, mas a complementam, mostrando que ele é o Deus que se fez homem para compartilhar nossas alegrias e tristezas.

 

 

ESTUDO AS 15 RAZÕES POR QUE JESUS CHOROU

 

A Bíblia diz no Salmo 56.8 que Deus tem um odre 'registra as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre, não estão elas no teu livro?'

O odre de Deus é um receptáculo das lágrimas da igreja de Deus na terra, enquanto a igreja existir, ela trava a batalha no seu fragor, andando e chorando até chegarmos às mansões celestiais no paraíso da eternidade de Deus.

O Capitulo 11 de João relata a doença, a morte e a ressurreição de Lázaro, as irmã de Lázaro disseram a Jesus “Senhor, aquele a quem amas está enfermo” de fato ele amava Lázaro como também nos ama mesmo quando estamos em dificuldades, satanás atira dardos dizendo que

Deus não nos ama e que ele nos abandonou.

É evidente que o Senhor Sabe de tudo que acontece no universo, inclusive, tudo que estamos passando, as preocupações, necessidades e dificuldades;

 

" portanto não vos inquieteis , dizendo: que comeremos? que beberemos? ou com que nos vestiremos? porque os gentios é que procuram todas estas coisas;

POIS VOSSO PAI CELESTE SABE QUE NECESSITAIS DE TODAS ELAS" Mateus 6:31-32; Sabe também das investidas malignas contra nós – o inimigo nada faz que surpreenda o Senhor.

É notório também o fato de que Deus Pode tudo: - Pode desfazer as obras do diabo; pode nos tirar de todas as dificuldades; pode nos dar o que necessitamos, enfim, não há nada impossível para Deus!

 

ÀS VEZES, TEMOS A SENSAÇÃO DE QUE E LE NÃO SABE NADA A NOSSO RESPEITO.

 

Jesus chorou por que se Ele sabia que Lázaro ressuscitaria?

Jesus chorou por que...

 

1- Lembrou de Adão, que pecou e trocou, a Glória de DEUS pela desobediência; Lembrou que Sara não creu na promessa e fez Abraão conhecer a escrava. Porque teve que acabar com toda a sua criação na águas do dilúvio; 

2- Chorou porque, lembrou que, após realizar os sinais no Egito libertou o povo de 430 anos de escravidão, guiou-os pelo deserto, tirou água da rocha, desceu o maná, mas, o povo murmurou e adorou um bezerro de ouro;

3- Chorou por lembrar-se dos profetas que enviou, operou sinais através deles, mas, não foram acreditados, e foram mortos sem honra;

4-Porque se lembrou dos 10 leprosos e só um voltou para agradecer;

5- Porque se lembrou que acalmou a tempestade, andou sobre o mar, alimentou 5000 pessoas e depois mais 4000, fez a água se transformar em vinho, ressuscitou a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim, enfim ressuscitaria também a Lázaro;

6- Sabia que seria traído, negado, desacreditado, escarnecido, cuspido, chicoteado, esmurrado;

7- Porque sabia que o seu povo gritaria Hosana ao nosso Rei, mas em seguida, gritaria também, solte Barrabás e crucifiquem Jesus;

8- Porque operaria através de seus discípulos que após a sua ressurreição, seriam apóstolos e curariam um coxo na porta do templo, restauraria a vista de Saulo, a cura de Enéias, a ressurreição de Dorcas, a cegueira de Elimas, a cura de um coxo, uma jovem liberta de demônios, ressurreição de Êutico, o veneno da víbora não fez efeito em Paulo, a cura do pai de Públio.

9- Porque sabia da fome, das pestes, das guerras, da ignorância humana, da iniquidade, da falta de amor, da incredulidade, e sabia ainda que muitos escarneceriam o seu evangelho e sabia ainda que no arrebatamento muitos não subirão.

10- o principal motivo de seu choro foi quando passou pela mente D‘Ele o momento da cruz, que, após tanta humilhação, tanto espancamento em meio a uma dor física insuportável crucificado aos olhares de todo o povo, levantaria seus olhos aos céus dizendo: Perdoa-os porque não sabem o que fazem, está consumado, e , em tuas mãos Pai, entrego o meu espírito.

E este choro passou a ser de grande alegria, porque Ele sabia que morreria naquela cruz, ressuscitando ao terceiro dia desfazendo definitivamente as obras de satanás em nossas vidas. Chorou de alegria porque apesar de tanto pecado e incredulidade do povo a sua morte traria o perdão para todo aquele que nele crer. Vencendo herdaria o Reino de Deus e traria vida eterna a muitos.

11- Chorou de alegria porque viu você e eu com joelhos no chão, coração aberto, cheio de gratidão por esta obra dizendo:

Tu és o Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, eu te amo e em Ti está a minha confiança. Chorou de alegria porque viu esta igreja fervorosa buscando a vontade dele para a sua vida.


12- Chorou também porque sabia da edificação dos milhares de Cristãos que avançariam em seu nome, cheios do Espírito Santo, libertando a muitos. Chorou porque eu e você Glorificamos o nome do Pai N`Ele, pois, Santo, Santo e Santo é o Senhor, o nosso Cristo, o nosso Jesus. Glórias a DEUS.

13- Jesus chorou porque se importa com nossas dores. Ele vai "ressuscitar" o que for preciso nas nossas vidas Ele pode resolver mudar transformar.

 

Jesus não chora porque tem medo como a gente tem das lutas e das dores da vida, Ele pode e vai resolver nossa situação, sim! Nada é difícil para Jesus, NADA! Então, Jesus chora porque se importa com nossa dor, porque o amigo chora quando o amigo chora e sorri quando o amigo sorri...

14- Cristo não chorou por Lázaro; pois estava para chamá-lo do sepulcro. Chorou porque muitos dos que ali estavam pranteando a Lázaro haviam de em breve tramar a morte daquele que era a ressurreição e a vida…

O juízo que estava para cair sobre Jerusalém foi perante Ele claramente mostrado. Contemplou Jerusalém cercada pelas legiões romanas.

Viu que muitos dos que agora choravam por Lázaro morreriam no cerco da cidade, e não haveria esperança em sua morte.

Não foi somente pela cena que se desenrolava a Seus olhos, que Cristo chorou. Pesava sobre Ele a dor dos séculos

Por que Jesus chorou com a morte de Lázaro? Eu me lembro de ter ouvido alguém dizer que Jesus não precisava realmente ter chorado. Afinal, logo em seguida ele ressuscitaria Lázaro. Mas Jesus chorou mesmo assim.

15- Jesus chorou porque Ele optou por se juntar ao sofrimento do povo à sua volta. Ele chorou com eles. 
Ele era, e É, o Emanuel — “Deus conosco” — em todos os aspectos.

 

JESUS CHOROU

João 11.35- “JESUS CHOROU” é o título desta intrigante mensagem. Dizemos que é intrigante, pois, se Jesus tem todo o poder nos céus e na terra, por que chorar?

Se Ele já sabia que logo iria ressuscitar Lázaro, por que chorou?

Quais são os POR QUÊS deste choro?

  • Porque Ele tem compaixão das pessoas.
  • Ele é um Deus misericordioso.
  • Ele é empático com a dor da humanidade.
  • Porque a morte é separação causada pelo pecado.
  • E o choro é a forma mais humana que Deus encontrou para expressar seu sentimento.


1º POR QUÊ: Ele tem compaixão das pessoas.

Quando o mal-humorado e resistente profeta Jonas (que não tinha compaixão alguma pelos pecadores de Nínive) lamentou a morte de uma planta, o SENHOR aproveitou a ocasião para revelar-lhe sua compaixão e lhe perguntou:

“Tens compaixão da planta que te não custou trabalho, a qual não fizeste crescer; que numa noite nasceu e numa noite pereceu; e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive?” – Jonas 4.10-11.

Apesar disso, apesar dos nossos pecados e fraquezas, Deus sempre nos trata com compaixão (com + paixão).

Isso não nos dá “licença para errar”, mas, certamente nos dá força para nos achegarmos à Sua presença com confiança.


2º POR QUÊ: Ele é um Deus misericordioso.

“O Senhor é bondoso e misericordioso; é paciente e muito amoroso – Salmo 103:08.

Este salmo aproxima de forma maravilhosa estas quatro características de Jesus: Bondade + Misericórdia + Paciência + Amor.

As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade. Lamentações 3:22,23 


3º POR QUÊ: Ele é empático com a dor da humanidade.

Deus sente a dor da humanidade. Mesmo sabendo que logo iria ressuscitar Lázaro, ele chorou pelo sofrimento das irmãs e amigos de Lázaro.

“Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças; contudo nós o consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido. Mas ele foi traspassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados” Isaias 53:4­6.

Deus criou todas as coisas, criou o mundo e a humanidade, e, apesar da nossa rebeldia, Ele continua sendo empático conosco.

Jesus se importa com a nossa dor.


4º POR QUÊ: Porque a morte é separação causada pelo pecado.

Assim como a morte física causa tanta dor em nós, devido a separação de pessoas queridas e amadas, a morte espiritual causa muita dor em Deus, pois faz que o pecador esteja separado de dele.

“Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” Romanos 6.23.

“Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá – Isaías 52:09.

Morte é separação que causa tristeza.


5º POR QUÊ: O choro foi a forma mais humana que Deus encontrou para expressar seu sentimento.

Este choro (antes de fazer o impressionante milagre da ressurreição de Lázaro) nos mostra a verdade bíblica que Jesus é, de fato, 100% Deus e 100% homem. É a encarnação divina. Ele é a Palavra que “se carne e viveu entre nós” – João 1:14.

O choro genuíno, verdadeiro, é uma das formas humanas mais eficientes de expressar nosso pesar.

REFLEXÃO:

Jesus chorou porque tem compaixão das pessoas, é misericordioso, tem empatia com a dor da humanidade, sofre com a separação (morte) que o pecado provoca, e sabe que o choro é a forma mais humana para expressar sentimentos de tristeza e pesar.

– E quanto a você, ainda consegue chorar com os que choram ou seu choro “secou”?

As Vezes em que Jesus Chorou: Uma Demonstração de Empatia Divina

A Bíblia registra três momentos específicos em que Jesus derramou lágrimas, revelando uma faceta profunda de sua humanidade e, ao mesmo tempo, da profundidade de seu amor. Esses episódios nos ensinam muito sobre a natureza de Deus e sobre o significado do sofrimento.

1. A Morte de Lázaro:


  • O contexto: Jesus era muito amigo de Lázaro e de suas irmãs, Marta e Maria. Quando Lázaro adoeceu, Jesus demorou a ir até ele. Ao chegar, Lázaro já havia falecido.
  • A reação de Jesus: Ao ver a dor de Marta e Maria, Jesus chorou. Sua tristeza não era apenas pela perda de um amigo, mas também pela dor daqueles que amava.
  • O significado: Esse episódio mostra que Jesus, embora sendo Deus, sentia as mesmas emoções que nós. Ele se comoveu com a dor humana e compartilhou da tristeza daqueles ao seu redor.

2. A Ruína de Jerusalém:


  • O contexto: Jesus entrou em Jerusalém sendo aclamado como rei. No entanto, Ele sabia que a cidade seria destruída por causa da rejeição do povo ao seu Messias.
  • A reação de Jesus: Olhando para a cidade, Jesus chorou profetizando a sua destruição.
  • O significado: A tristeza de Jesus era profunda, pois Ele amava Jerusalém e sabia que o povo sofreria por causa de sua incredulidade. Esse lamento revela o coração de Deus que se entristece com o pecado e deseja o bem para a humanidade.

3. A Angústia da Crucificação:


  • O contexto: Nos momentos que antecederam a crucificação, Jesus passou por uma profunda angústia.
  • A reação de Jesus: Embora a Bíblia não descreva explicitamente Jesus chorando neste momento, a sua angústia era tão profunda que Ele suou gotas de sangue.
  • O significado: A angústia de Jesus neste momento está ligada ao peso do pecado da humanidade que Ele carregaria sobre si na cruz.

O que aprendemos com os momentos em que Jesus chorou:

  • Jesus é humano: Ele sentia as mesmas emoções que nós, como alegria, tristeza, compaixão e dor.
  • Jesus se importa conosco: Ele se comove com o nosso sofrimento e deseja nos consolar.
  • O sofrimento tem significado: A dor de Jesus na cruz nos mostra o grande amor de Deus por nós e o preço que Ele pagou para nos salvar.

Conclusão:

Os momentos em que Jesus chorou nos revelam um Deus que é próximo, compassivo e profundamente humano. Através de suas lágrimas, Ele nos convida a confiar em Seu amor e a encontrar conforto em sua presença. Pois “UMA LÁGRIMA PARA DEUS É UMA FRASE, E SÓ ELE TEM O PODER DE INTERPRETAR

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

A ORAÇÃO DE JABEZ


 A ORAÇÃO DE JABEZ

 A história de Jabez, Quem foi Jabez na Bíblia

Não se sabe muito sobre Jabez. Ele aparece uma única vez na Bíblia, em 1 Crônicas 4:9-10, no meio de uma genealogia dos descendentes de Judá, filho de Jacó. Sua mãe lhe deu o nome de Jabez, que significa “tristeza” ou “sofrimento”, porque seu nascimento lhe tinha causado muito sofrimento.

Jabez foi o homem mais respeitado de sua família. Sua mãe lhe deu o nome de Jabez, dizendo: "Com muitas dores o dei à luz".
Jabez orou ao Deus de Israel: "Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras! Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores". E Deus atendeu ao seu pedido- 1 Crônicas 4:9-10

Jabez se tornou o homem mais conhecido e honrado de sua família. Apesar de ter um nome que indicava sofrimento, ele foi muito abençoado por Deus. Jabez orou a Deus pedindo:

  • A bênção de Deus
  • O aumento de suas terras
  • A presença de Deus em sua vida
  • Proteção do mal
  • Livramento da dor

E Deus fez o que Jabez pediu.


A oração de Jabez

A oração de Jabez foi uma oração feita por um israelita pedindo as bênçãos de Deus sobre sua vida. A Bíblia diz que Deus atendeu ao pedido de Jabez. A oração mostra que Deus ouve nossas orações e gosta de nos abençoar:

Jabez orou ao Deus de Israel:
"Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras!
Que a tua mão esteja comigo,
guardando-me de males e livrando-me de dores"
.
E Deus atendeu ao seu pedido.
- 1 Crônicas 4:10

Jabez foi um homem de fé, descrito de maneira breve, mas bastante impactante na Bíblia. Ele se destacou por sua confiança ao fazer uma sincera oração a Deus e obteve sua resposta. A história de Jabez aparece no meio de uma longa lista de descendentes da família de Judá, um dos grandes príncipes de Israel.

O nome de Jabez tinha um significado muito triste. Jabez (ou Jabes) significa tristeza ou sofrimento. A sua mãe lhe deu esse nome, por ter sofrido muito ao dar à luz. Em hebraico, o termo Jabez, soa semelhante à palavra "angústia" ou "dor". Desde o seu nascimento, Jabez viveu com essa lembrança de dificuldades, pois seu nome refletia a aflição do início de sua vida.

Contudo, o seu passado doloroso não foi determinante para definir o futuro de Jabez. Apesar de carregar esse nome triste, Jabez cresceu como alguém honrado. Ele se destacava entre todos os seus irmãos. Provavelmente isso aconteceu, porque Jabez tinha um grande desejo de ser abençoado por Deus e de poder viver uma vida melhor.

Em certo momento, Jabez fez uma oração muito sincera ao Senhor. Ele pediu que Deus lhe abençoasse de uma maneira especial e que permanecesse com ele sempre. Jabez também pediu que o limite de suas terras fosse aumentado, e que fosse protegido de todo mal. Ele pediu que Deus o livrasse da dor e da aflição.

Amorosamente, Deus ouviu a oração de Jabez e concedeu tudo o que ele havia pedido. As pessoas à sua volta reconheciam as bênçãos de Deus sobre a vida dele. Por isso, Jabez deixou um legado importante sobre a importância de confiar em Deus e buscá-lo em oração.

A Oração de Jabez e seus quatro pedidos


Jabez orou ao Deus de Israel: "Ah, como seria bom se me abençoasses e expandisses meu território! Sê comigo em tudo que eu fizer e guarda-me de todo mal e aflição!". E Deus atendeu a seu pedido.  - 1 Crônicas 4:9

Em sua oração, Jabez fez 4 pedidos a Deus. Vejamos cada um deles:

  1. "Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras!" - Jabez pediu que Deus abençoasse sua vida e expandisse o seu território. Com esse pedido, Jabez mostra que reconhece que é Deus a fonte do sucesso e crescimento. Ele confiava que a graça divina poderia conceder-lhe uma vida próspera e abundante. Isso nos ensina sobre a confiança no único Deus, que pode proporcionar uma vida abundante.
  2. "Que a tua mão esteja comigo" - Neste ponto Jabez pediu que Deus fosse com ele em tudo o que fizesse. Ter a mão de Deus, representa a dependência do Senhor para cada passo na jornada da vida. Ele reconhecia que com a presença, ajuda e a proteção do Senhor, seria sustentado e mantido em segurança. Nessa busca, Jabez considerou a presença e o poder de Deus essenciais para guiá-lo e protegê-lo em tudo o que fizesse.
  3. "Guarda-me de todo mal" - Jabez orou para que Deus o livrasse dos perigos, males e tentações que o pudessem afetar e distanciar do caminho certo com o Senhor. Esse pedido reflete sua confiança plena na proteção e segurança que só Deus pode dar.
  4. "Para que não me sobrevenha aflição" - Por fim, Jabez pede para que Deus o livrasse das dores. Provavelmente, refletindo sobre sua história e sobre o significado do seu nome, Jabez pede para ser mantido longe da dor. Ele confia que Deus pode transformar as situações da vida, pode reverter sofrimento em paz e conceder um futuro cheio de esperança.

A oração de Jabez ensina sobre buscar a presença, bênção, proteção e direção de Deus, em todas as áreas da vida. Ela nos mostra que, se confiarmos no Senhor e dependermos totalmente dele, podemos experimentar a Sua maravilhosa graça, cuidado e provisão.

Lições que podemos aprender com a oração de Jabez

A oração de Jabez nos ensina que:

  • Podemos buscar mais de Deus - Não é errado pedir bênçãos, desde que sejam para glorificar a Deus.
  • Deus se importa com os detalhes - Jabez apresentou seu coração com clareza, mostrando fé em Deus.
  • A presença de Deus é essencial - Assim como Jabez pediu para que a mão de Deus estivesse com ele, precisamos depender de Deus diariamente.
  • Deus responde orações - Mesmo quando nossas circunstâncias parecem difíceis, como no caso de Jabez, Deus tem poder para transformar vidas. Ele ouve e responde as nossas orações.

Que possamos orar como Jabez: com fé, humildade e ousadia, confiando que Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou imaginamos. Experimente falar com Deus agora, Ele está sempre disposto a ouvir a sua voz e transformar a sua vida.

  • Deus se importa com aqueles que o buscam. Jabez buscou a Deus em oração e Deus o abençoou.
  • A oração é um poderoso meio de comunicação com Deus. Jabez expressou seus desejos e necessidades a Deus em oração.
  • Deus pode mudar a nossa história. Jabez nasceu com um nome que significava "dor", mas sua vida foi transformada pela bênção de Deus.

A história de Jabez nos ensina que, mesmo que o nosso passado tenha sido marcado por dores, Deus é poderoso para transformar nossa vida, quando confiamos nele. Apesar de ser constantemente chamado de "sofrimento", Jabez não deixou que isso definisse a sua vida. Ele confiou em Deus e orou pedindo que o abençoasse. E o Senhor atendeu, e esteve com Ele.

Ao refletir sobre essa pequena grande história (1 Crônicas 4:9-10), lembramos que, a confiança no Senhor pode trazer à realidade s pedidos feitos em oração. Conforme vemos em Tiago 5:16, "a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos".

Assim como Jabez, devemos abandonar o passado e seguir em frente, orando com fé e confiando que Deus pode fazer muito mais do que aquilo que pedimos ou imaginamos (Efésios 3:20-21).

Quando buscamos a Deus com confiança e dependemos da Sua misericórdia e direção, recebemos inúmeras bênçãos que Ele concede. O Senhor nos ama profundamente, e se importa conosco. Ele pode mudar a nossa história, transformando um passado de dor num presente cheio de paz, abundância e satisfação em Sua preciosa presença.

Confie no Senhor! Mesmo que em sua trajetória você passe por tristes começos, como foi com Jabez, ou atravesse períodos difíceis, Deus pode transformar as circunstâncias, e mudar tudo para melhor!  CREIA EM DEUS ........

A ORAÇÃO DE JABEZ


 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

ASAFE QUERIA UMA VIDA DIFERENTE


ASAFE QUERIA UMA VIDA DIFERENTE

TEXTO BÍBLICO: SALMOS 73:

O Salmo 73 é um dos doze salmos atribuídos a Asafe, um levita e músico do templo nos tempos do rei Davi. Este salmo em particular é um lamento que expressa a luta de Asafe com a aparente injustiça do mundo, onde os ímpios parecem prosperar enquanto os justos sofrem.

No início do salmo, Asafe confessa que quase perdeu a fé ao ver a prosperidade dos ímpios. Ele se sentiu perturbado ao observar que aqueles que não se importavam com Deus pareciam viver sem problemas, enquanto ele, que se esforçava para seguir os caminhos de Deus, enfrentava dificuldades.

Essa experiência levou Asafe a questionar a justiça de Deus e a duvidar se valia a pena servi-Lo. Ele chegou a expressar sua inveja dos ímpios, que pareciam ter tudo o que queriam sem se importar com as consequências de seus atos.

No entanto, no final do salmo, Asafe tem uma mudança de perspectiva. Ele entra no santuário de Deus e medita sobre o destino final dos ímpios. Ele percebe que a prosperidade deles é apenas temporária e que, no final, eles enfrentarão o julgamento de Deus.

Essa revelação traz consolo e esperança a Asafe. Ele reconhece que Deus é justo e que, apesar das aparências, Ele está no controle de todas as coisas. Asafe reafirma sua confiança em Deus e declara que a sua felicidade está em se aproximar de Deus e encontrar refúgio Nele.

O Salmo 73 é um testemunho da luta que muitos crentes enfrentam ao lidar com a aparente injustiça do mundo. Ele nos ensina que, mesmo quando não entendemos os caminhos de Deus, podemos confiar em Sua justiça e bondade.

 

1. verdadeiramente, bom é deus para com Israel, para com os limpos de coração.

2. quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos.

3. pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios.

17. até que entrei no santuário de deus; então, entendi eu o fim deles.

este salmo é da autoria de Asafe. este homem de Deus era o líder de um dos coros levíticos no reinado de Davi. provavelmente, ele é o autor dos salmos 73 a 83.

este salmo trata de um problema inquietante: embora Deus seja soberano e justo, os ímpios geralmente prosperam, enquanto quem serve a Deus parece sofrer muito mais. embora isso pareça ser verdadeiro, nunca deseje trocar de lugar com os ímpios para obter riquezas. um dia os ímpios desejarão trocar de lugar com você e desfrutar de sua herança eterna. é só ler a parábola do rico e de Lázaro.

veja uma coisa interessante e notória neste salmo: alguém que teme a Deus, que é justo, que serve a Deus, contando uma história sobre a sua vida, e como ele quase se desviou de Deus. “quase” que este homem justo, sincero, temente a Deus, perde a sua fé. ele quase perdeu o seu relacionamento com Deus. mas, por que este homem chegou perto dessa catástrofe espiritual? diz o versículo 3: “pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios”. qual era o problema de asafe? a inveja. inveja é o desgosto, o pesar pela felicidade alheia. “a inveja é a podridão dos ossos” (pv.14:30).

- Por que a inveja quase o derrubou? começa no versículo 3:

- “ao ver a prosperidade dos ímpios.”.

- 12: “eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas”.

- 13: “na verdade que em vão tenho purificado o meu coração e lavado as minhas mãos na inocência”.

- 14: “pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã”.

você sabe o que aconteceu com ele? você sabe por que quase ele caiu, e sabe por que ele ficou com inveja dos ímpios? porque ele fez uma coisa que é maldita: a comparação. Asafe ficou desanimado ao comparar as suas aflições com a evidente prosperidade e felicidade dos ímpios. ele disse (parafraseando): como é que pode? esse rapaz é ímpio, não teme a Deus, e eu o temo, eu o sirvo, mas a cada manhã eu sou afligido, a cada dia sou castigado! estou atravessando lutas, tribulações e adversidades. venho para o templo, dou ofertas e dízimos, me afasto do pecado, luto contra a minha natureza, e o chicote batendo no meu lombo. e o ímpio? numa boa, próspero!

quando ele fez esta comparação, que ele, sendo justo, estava na pior, e que o ímpio estava na melhor, então ele começou a ter inveja do ímpio. você sabe o que a inveja vai produzir em asafe? 

1. um coração amargurado (v.21).

“assim o meu coração se azedou”.

um coração “azedo” significa um coração amargurado. e um coração amargurado vai perturbar o seu estado emocional, e vai também perturbar o seu corpo, a sua saúde, e a sua imunidade vai baixar.

a bíblia diz em provérbio 17:22 que “o coração alegre formoseia o rosto, mas o espírito abatido virá secar os ossos”. mas a bíblia diz em provérbios 14:30 - na primeira parte do versículo -, que “o coração com boa saúde serve de remédio para o corpo”.

2. doenças psicossomáticas (v.21).

“sinto picadas nos meus rins”.

Asafe ficou com o coração amargurado e isto atacou os rins – doenças psicossomáticas. aquilo que é produzido pelas emoções ataca o corpo. a maioria das doenças são psicossomáticas. várias doenças que muitos estão sofrendo, talvez, seja por causa do emocional deles. veja o caso do salmista. por causa da inveja, ficou com o coração amargurado e atacou os seus rins.

3. torna-se um ignorante, estúpido (v.22).

“assim me embruteci, e nada sabia; era como animal perante ti”.

Asafe se tornou um estúpido, um ignorante. a inveja leva a pessoa a se tornar estúpida. diante deste quadro, um homem que temia a deus, que servia a Deus, que tinha uma vida limpa, separada, está agora no sufoco e a inveja começa a corroer a sua fé. agora, esse homem dá três passos para romper com aquilo que poderia levá-lo à derrota. o caso dele era a inveja, e isto pode estar ocorrendo com muitas pessoas, hoje.

o que está levando a decadência em sua vida? um ciúme idiota, doentio; um mal que alguém te fez e que você não consegue perdoar; uma vingança? o que está levando você a ter um coração amargurado? o que está deixando você cheio de doenças? o que está levando você a se distanciar de Deus? asafe usou três fatores importantes para romper com aquilo que o levaria à derrota. e que isso seja um remédio para romper com isso que está levando você para a decadência.

o que, então, Asafe fez para romper com aquilo que estava levando-o à decadência espiritual?

1. refreou-se (v.15).


“se eu dissesse [ele está falando do ímpio, no versículo 11]: também falarei assim; eis que ofenderia a geração de teus filhos”.

aqui, mostra que a primeira coisa que esse homem fez foi refrear-se, ou seja, dominar seus impulsos. nada de precipitação. nada de falar o que não deve. nada de agir fora da hora. ele se refreou.

é o que Deus está falando comigo e com você - refrear os impulsos, controlá-los. nada de precipitação. ele disse: opa! eu não vou agir igual ao ímpio. eu não vou fazer o que ele faz.

tem muito crente murmurando contra Deus, falando mal de tudo e de todos. fala mal da igreja, fala mal do pastor, fala mal do irmão, fala mal da família.

em relação a Deus, a murmuração é uma reclamação descabida. quando você murmura, você está dizendo que deus não está sendo suficiente. por isso, a murmuração em relação a Deus é pecado. portanto, refrear-se foi a primeira coisa que asafe fez.

2. dirigiu-se a si mesmo.

“quando pensava em compreender isto, fiquei sobremodo perturbado”.

a grande arte do ser humano é dirigir-se a si mesmo. o ser humano tem uma coisa que os animais não têm: ele pensa, ele tem domínio de existência. mas, muitas vezes, quando nos dirigimos a nós mesmos, não encontramos todas as respostas.

não podemos encontrar todas as respostas dos porquês, mas só porque você parou para pensar e analisar a sua vida, e perguntando a você mesmo e analisando no seu processo mental: por que estou assim, por que isso? quanto tempo estou fazendo isso? o que deixei de fazer? mesmo buscando na sua memória de longo prazo você pode não encontrar todas as respostas.

mas, este ato de autoanálise, vai levar você para o terceiro passo. e é o que o salmista fez. quando ele parou para pensar, diz o texto: “quando pensava em compreender isto, fiquei sobremodo perturbado”.

ele não encontrou as respostas, mas ao pensar, ao analisar, o levou para um outro patamar, que está no versículo 17.

3. buscou a presença de Deus (v.17).

“até que entrei no santuário de Deus”.

sabe o que significa isto? significa: “até que busquei a presença de Deus”. Deus, o que está acontecendo? Deus, abre a minha mente! meu Deus, mostra-me a saída! Deus, revela-me! meu Deus, fala comigo! e Deus vai trazer as respostas. deus vai sinalizar. Deus vai te mostrar os porquês que você não entende.

portanto, Asafe se refreou! ele parou para pensar! mas, ele não conseguiu descobrir! então, ele é automaticamente levado a buscar a Deus. já que não sei, eu vou buscar a Deus. e quando ele buscou a Deus, sabe qual foi o resultado? o discernimento espiritual. discernimento espiritual é a capacidade de entender as coisas do mundo material, espiritual e emocional, numa dimensão superior, sob o prisma de deus. isso é discernimento espiritual.

está escrito em 1co 2:14-16: “ora, o homem natural não compreende as coisas do espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. porque quem conheceu a mente do senhor, para que possa instruí-lo? mas nós temos a mente de cristo”.

aqui, Paulo está falando que temos o espírito santo para nos dar discernimento. esse discernimento você não adquire em nenhuma formação acadêmica. esse nível de entendimento você adquire quando você busca a deus, e o espírito santo dá a você um discernimento, e você, que tem um nível de escolaridade menor, vai entender coisas da vida que o doutor não entende, porque ele não está ligado à busca do conhecimento secular, ele está ligado à busca do entendimento do mundo de Deus.

quando Asafe buscou a Deus para entender como é que o ímpio prospera e o justo passa aperto, ele vai descobrir doze verdades importantes para a vida dele; as verdades que ele descobre sobre a questão do ímpio prosperar e do justo está debaixo de luta, de adversidade, de tribulação. ele vai descobrir a diferença entre prosperidade material e vida abundante.

1. ele descobre que o ímpio está num lugar escorregadio e que não tem segurança(vv.17-20).

 - Verso 17: “então entendi eu o fim deles”.

- Verso 18:” certamente tu os puseste em lugares escorregadios: tu os lanças em destruição”.

- Verso 19: “como caem na desolação, quase num momento! ficam totalmente consumidos de terrores”.

- Verso 20: “como faz com um sonho, o que acorda, assim, ó senhor, quando acordares desprezarás a aparência deles”.

olha o que ele está falando: eu entendo o fim do ímpio! o ímpio está em lugar escorregadio! daqui a pouco, foi-se! daqui a pouco, acaba! daqui a pouco, é destruído! daqui a pouco, não se acha mais!

a riqueza e o bem-estar do ímpio são momentâneos, são temporais! Asafe começa a entender tudo isso. ele começa a entender que a prosperidade material do ímpio não é a mesma coisa que vida abundante. ele começa a entender: o ímpio está em areia movediça.  Asafe começa a entender isso; é a primeira verdade que ele entende.

2. Asafe descobre que com Deus há segurança, Deus o sustenta em todo o tempo (v.23).

“todavia estou de contínuo contigo; tu me seguraste pela minha mão direita”.

apesar da luta, apesar da adversidade, apesar do dia mau, não vamos morrer, não vamos sucumbir, não vamos cair, porque há um Deus todo-poderoso que sustenta a nossa vida. é como diz Isaias 41:10: “não temas porque eu estou contigo, não te assombres porque eu sou o teu Deus, eu te ajudo, eu te esforço, eu te sustento com a destra da minha justiça”. é o Deus do salmo 89:13: “porque tu tens um braço poderoso. forte é a tua mão. elevada é a tua destra”.

a mão de Deus é poderosa para nos sustentar. hebreus 1:3 diz: “sustentando todas as coisas pela palavra do teu poder”. Deus sustenta todo o universo com mais de cem bilhões de galáxias. se Deus sustenta todo o universo com o seu poder, o que é sustentar a nossa vida? é Deus quem nos sustenta. nenhuma luta, nem o diabo, nenhum demônio, nem nada, vai nos destruir.

3. ele descobre que com Deus tem a direção certa da sua vida (v.24).

 “guiar-me-ás com o teu conselho”.

Deus nos dirige. deus não vai nos levar para desgraça. nós somos guiados pela direção de Deus. é o que está escrito no salmo 23:2 – “deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente às águas tranquilas”. portanto, Deus vai dirigir todos nós para a vitória. Deus vai nos aconselhar para as coisas boas.

4. ele descobre que com Deus eu tenho a confiança no futuro (v.24).

guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás em glória”. 

Com Deus posso crer no amanhã. o ímpio não conhece o amanhã. olha o que Paulo diz em romanos 8:18 – “porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada”.

eu tenho um futuro. o choro pode durar a noite inteira, mas a alegria vem ao amanhecer. há um bom futuro para nós. o nosso momento pode ser de lutas, de adversidades, o nosso momento pode ser de dia mau, mas Asafe está dizendo aqui: “guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás em glória”. eu tenho a convicção que o final de tudo é glória.

5. ele descobre a completa dependência de Deus (v.25).

a quem tenho eu no céu senão a ti?”.

as respostas que eu preciso vem de Deus. as portas que eu preciso serem abertas deus tem as chaves. os milagres, somente Deus pode operar. os livramentos, vem de Deus. todos nós dependemos de Deus. sem ele, nada podemos fazer.

6) ele descobre um profundo desejo de Deus (v.25).

veja que Asafe estava quase se desviando. mas, quando ele passa a ter a compreensão, tem um profundo desejo de Deus. veja na segunda parte do versículo 25: “...e na terra não há quem eu deseje além de ti”. é o que está faltando em muitos cristãos hoje. usam Deus, mas não querem ter um relacionamento com Deus.

quando desejamos Deus, oramos mais. quando desejamos Deus, lemos mais a palavra de Deus, temos mais fome de Deus. precisamos ser iguais ao salmista dos salmos 42:1-2: “como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! a minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?”

7. ele descobre quem realmente ele é, suas limitações (v.26).

“à minha carne e o meu coração desfalecem”. 

sabe o que está dizendo aqui? eu sei quem eu sou. eu sou limitado mesmo. quanto mais nos aproximamos de Deus, mais descobrimos quem realmente somos, e quanto mais nos afastamos de deus, mais tolos ficamos. é igual a Davi no salmo 40:17: “eu sou pobre e necessitado”. mas ele não parou por aí, ele disse: “mas o senhor cuida de mim”. eu sei quem eu sou, mas também conheço o Deus a quem eu sirvo.

8. ele descobre que Deus é o grande provedor (v.26).

“..., mas Deus é a fortaleza do meu coração, e a minha porção para sempre”.

sabe o que ele está dizendo?  jeová Jirê - Deus é o provedor eterno. é aquilo que está em filipenses 4:19: “o meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória por jesus cristo”.

temos um grande jeová Jirê. temos um grande provedor. na hora certa a resposta chega. na hora certa o sustento chega. ele é o grande provedor.

9.  ele descobre que todos aqueles que se afastam de Deus perecerão, na eternidade (v.27).

pois eis os que se alongam de ti, perecerão”. 

o salmo 9:17 diz: “os ímpios serão lançados no inferno, e todos aqueles que se esquecem de Deus”. ele está falando da vida eterna. só existe dois lugares para passar a eternidade: céu e inferno. o inferno é um lugar de pranto e de ranger de dentes, de sofrimento inimaginável por toda a eternidade. está escrito em Mateus 10:28: “não devemos temer aqueles que matam o corpo, mas aquele que tem poder para lançar o corpo e a alma no inferno”.

você sabe o que jesus está falando neste versículo? quem for para o inferno, vai ter consciência que está no inferno; vai ter entendimento do porquê foi para o inferno; e vai sentir o sofrimento. porque a alma é responsável pela vontade, os sentimentos, pela inteligência e pela capacidade de percepção. portanto, quem for para o inferno, vai saber que está no inferno, vai entender e vai sentir. o salmo 1:6 diz: “o senhor conhece o caminho do justo, mas o caminho do ímpio perecerá”. não adiante ter inveja do ímpio, pois um dia ele estará no pior lugar que existe: o inferno.

10. ele deseja ter um relacionamento íntimo com Deus v.28).

mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no senhor Deus”.

eu quero ter um relacionamento íntimo com Deus. eu não quero conhecer Deus pela mão dos outros. eu não quero conhecer deus pela experiência dos outros. eu quero conhecer Deus pela minha experiência pessoal com ele. eu coloco a minha confiança nele. os salmos 20:7,8 diz: “uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do senhor, nosso Deus. uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé”.

11.  ele deseja dar testemunho de Deus (v.28).

para anunciar todas as suas obras”.

quando Asafe passou a ter discernimento espiritual, ele descobriu que o propósito da sua vida seria dar testemunho acerca de Deus. ele se conscientizou e disse: eu vou testemunhar quem é Deus; eu vou testemunhar o que ele fez por mim; eu vou testemunhar que ele me guia por caminho certo. vou testemunhar que ele é meu provedor eterno. vou testemunhar que ele me sustenta, apesar das circunstâncias adversas.

12.  em último lugar – ele chega a uma conclusão geral.

qual a conclusão que ele chega? “verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração” (73:1).

Deus é “bom!”. Deus é “bom!”. Deus é “bom!”; se não, já teríamos sido destruídos. se não, já iríamos para o inferno.

Deus é bom. Deus é bom! Deus é bom! Deus é bom!

A conclusão do Salmo 73 é um convite para que busquemos a Deus em meio às nossas dúvidas e questionamentos. Ele nos promete que, ao nos aproximarmos dele, encontraremos consolo, esperança e a verdadeira razão para viver.

Asafe nos ensina que a fé não é uma jornada fácil, mas que vale a pena perseverar. Ao confiarmos em Deus e buscarmos a Sua perspectiva, podemos superar as crises de fé e encontrar a paz que excede todo o entendimento.

 

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