A
PROVISÃO DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS
Texto
Bíblico: Êxodo 16:1-15
“E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a
vontade de Deus permanece para sempre" (1João 2:17).
A
Bíblia é uma fonte rica de ensinamentos e exemplos sobre a Provisão de Deus
em Tempos Difíceis, que é um tema central na fé cristã. Ela revela um Deus
que é fiel, misericordioso e que cuida ativamente de Suas
criaturas, especialmente de Seu povo, mesmo em meio à escassez, perseguição ou
crise.
1.
A Natureza de Deus como Provedor
A
certeza da provisão em tempos difíceis está fundamentada no próprio caráter
imutável de Deus:
- Deus é
Fiel: Sua provisão
não depende das circunstâncias, mas da Sua fidelidade às Suas promessas.
“Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos,
pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a
sua fidelidade!”
(Lam 3:22-23)
- Ele
Sabe do que Precisamos:
Jesus ensinou a não andarmos ansiosos, usando as aves do céu e os lírios
do campo como exemplos do cuidado de Deus.
“Mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas. Busquem,
pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas
lhes serão acrescentadas.” (Mateus
6:32-33)
- Ele é
o Nosso Refúgio: Em
meio à angústia, Deus é um porto seguro e uma fonte de força imediata.
“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na
angústia.” (Salmo 46:1)
2. Exemplos Bíblicos Notáveis de Provisão
A
Escritura registra inúmeros milagres de provisão em situações extremas:
|
Personagem / Situação |
Passagem Chave |
A Provisão de Deus |
O que Ensina |
|
O Povo de
Israel no Deserto |
Êxodo
16 |
Enviou
o maná do céu para alimentar milhões e codornizes à tarde; a água
brotou da rocha. |
A
provisão é diária, ensinando dependência e disciplina. |
|
Elias e a Viúva de Sarepta |
1
Reis 17:8-16 |
O
azeite e a farinha da viúva, que tinha muito pouco, não acabaram
durante a grande seca. |
A
provisão requer fé e obediência a Deus, muitas vezes através de meios
improváveis. |
|
Abraão e Isaque |
Gênesis
22:1-14 |
No
Monte Moriá, Deus proveu um cordeiro para o sacrifício no lugar de
Isaque. |
Deus
é "Jeová Jireh" (O Senhor Proverá). Ele provê a saída no
último momento de prova. |
|
Eliseu e a
Viúva do Azeite |
2
Reis 4:1-7 |
Multiplicou
o azeite em muitas vasilhas para que a viúva pudesse pagar a dívida e
sustentar seus filhos. |
A
provisão de Deus é sobrenatural e suficiente para suprir a
necessidade total. |
3.
O Chamado à Confiança e à Obediência
A
provisão de Deus muitas vezes exige uma resposta de fé do crente:
- Confiança
Total: A ansiedade é
vista como o oposto da confiança na provisão divina. A Bíblia exorta a
lançar toda a ansiedade sobre Ele.
“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado
de vocês.” (1 Pedro 5:7)
- Obediência
e Justiça: Buscar
primeiro o Reino de Deus é a condição para que "todas essas
coisas" sejam acrescentadas (Mateus 6:33).
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu
próprio entendimento.” (Provérbios
3:5)
- Perseverança: A dificuldade é um tempo de provação
que leva ao crescimento da fé, sabendo que a tribulação é "leve e
momentânea" em comparação com a glória futura.
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que
amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Romanos 8:28)
Em
suma, a Provisão de Deus na Bíblia não é apenas sobre o suprimento de
necessidades materiais, mas é um testemunho de Sua fidelidade inabalável
e um convite constante à total dependência de Seus filhos.
A
Confiança em Deus é um dos pilares centrais da fé bíblica e é
apresentada como a chave para uma vida de paz, força e direção, especialmente
em meio às incertezas e dificuldades. É muito mais do que um sentimento; é uma escolha
ativa de depender do caráter e das promessas de Deus.
1.
O Fundamento da Confiança: O Caráter de Deus
A
confiança bíblica é racional, pois se apoia em Quem Deus é:
- Sua
Fidelidade: Deus é
imutável e sempre cumpre o que promete. A confiança está enraizada na
certeza de que Ele não mente.
“Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se
arrependa. Acaso ele fala, e deixa de agir? Acaso promete, e deixa de cumprir?” (Números 23:19)
- Sua
Força e Poder: Ele é
Onipotente e capaz de realizar o que é impossível para os seres humanos.
“O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O
Senhor é o baluarte da minha vida; de quem terei medo?” (Salmo 27:1)
- Seu
Amor e Bondade: A
certeza do Seu amor incondicional inspira a entrega total.
“O amor lança fora o medo.” (1 João 4:18)
2. A Expressão Prática da Confiança
A
confiança não é passiva; ela se manifesta em ações e atitudes:
A.
Renunciar à Própria Sabedoria
O
maior inimigo da confiança em Deus é a autossuficiência e o apoio no próprio
entendimento humano, que é limitado.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie
em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos,
e ele endireitará as suas veredas.” (Provérbios
3:5-6)
B.
Entregar as Preocupações (Lançar a Ansiedade)
Em
tempos de dificuldade ou crise, a confiança se traduz em entregar a
ansiedade a Deus, crendo que Ele está no controle e cuida de nós.
“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado
de vocês.” (1 Pedro 5:7)
C.
Buscar a Deus Acima de Tudo
O
Salmo 37:3-5 é uma poderosa fórmula de confiança que combina atitudes práticas:
- “Confie no Senhor e faça o bem; assim você habitará na
terra e desfrutará segurança.” (Confiança
+ Ação Justa)
- “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do
seu coração.” (Foco na
intimidade com Deus)
- “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e
ele agirá.”
(Entrega total)
3.
Os Benefícios e Resultados da Confiança
A
Bíblia promete bênçãos específicas para aqueles que confiam em Deus,
especialmente em tempos de adversidade:
- Paz
Interior: A confiança
traz uma estabilidade emocional que transcende as circunstâncias externas.
“Tu guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme,
porque ele confia em ti.” (Isaías 26:3)
- Força
na Dificuldade: A
confiança se torna uma fonte de renovação de forças quando a própria força
falha.
“Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças.
Voarão alto como águias; correrão e não ficarão exaustos, andarão e não se
cansarão.” (Isaías 40:31)
- Vida
Abundante e Protegida (Metafórica): O indivíduo confiante é comparado a uma árvore saudável,
que não seca na estiagem.
“Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é
o Senhor. Ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas
raízes para o ribeiro. Ela não temerá quando vier o calor; as suas folhas serão
sempre verdes...” (Jeremias
17:7-8)
INTRODUÇÃO
Não
importa o tamanho e a extensão da crise que o povo de Deus venha enfrentar,
Deus tem sempre a provisão para o seu povo. O Senhor supriu as necessidades dos
israelitas durante quarenta anos no deserto. Supriu as necessidades do profeta
Elias em Querite, enviando pão e carne, bem como em Sidom, por meio de uma
viúva ultra necessitada, desafiando a lógica humana. Deus não mudou. Ele
continua abençoando e suprindo as necessidades dos seus filhos. Mesmo vivendo
em um mundo decaído, podemos contar com a proteção, provisão e cuidado do Pai
Celeste. Em meio às crises nossa fé é
fortalecida diante do agir de Deus provendo bênçãos ao seu povo.
I.
PROVISÃO DIVINA EM UM MUNDO CAÓTICO
Após
a milagrosa travessia do Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo rumo ao Sinai.
Mas, para chegar lá teve que parar em quatro localidades: Mara, Elim, Sim e
Refidim. Em cada uma dessas localidades houve um expediente especial da parte
de Deus ao povo hebreu.
Em
Mara, após três dias
de viagem, Deus fez a primeira prova da Fé do povo hebreu. Os hebreus estavam
sedentos e exauridos pelo intenso calor do deserto, e após esses três dias de
peregrinação, encontraram apenas águas amargas em Mara. As águas estavam impróprias
e impotáveis para serem bebidas. Certamente, Deus estava provando a fé do seu
povo recém-liberto da escravidão. Todavia, a Fé de Israel, mais uma vez, foi
reprovada. O povo cometeu, pela segunda vez, o perigoso pecado da murmuração – “E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que
havemos de beber?” (Ex.15:24). Os hinos de louvores entoados
pelo triunfo sobre o exército de Faraó no milagre do Mar Vermelho foram
depressa substituídos pelas palavras de descontentamento. Em relação a Deus a
murmuração é uma reclamação descabida. Quando você
murmura, você está dizendo que Deus não está sendo suficiente. Por isso a
murmuração em ralação a Deus é pecado.
Uma
grande vitória como a travessia do Mar Vermelho proporcionou uma visão
maravilhosa da Onipotência de Deus, mas não treinou a fé para os problemas mais
corriqueiros, como a necessidade diária de comida e bebida. Às vezes, grandes
experiências com Deus não são suficientes para curar o coração duro e queixoso.
Após
passar por Elim, um
verdadeiro oásis no deserto (Êx.15:27), Moisés conduziu o povo pelo “deserto
de Sim” (Êx.16:1). Nessa localidade os hebreus vivenciaram pela
primeira vez o milagre do maná e onde se maravilharam com o
milagre das codornizes (Êx.16:1-21). Nesta localidade os israelitas sentiram
fome e começaram a expressar de novo seus queixosos lamentos. Esquecendo-se da
aflição no Egito, queriam voltar para onde tinham alimento em abundância. As
queixas eram dirigidas contra Moisés, porém na realidade murmuravam contra o
Senhor (Êx.16:8). Deus retribuiu-lhes o mal com
o bem (2Tm.2:13); proveu codornizes e maná. A partir de então, o
maná era fornecido diariamente, durante os quarenta anos de peregrinação no
deserto (Êx.16:35); foi um fato completamente milagroso – “Eis que vos farei chover pão dos céus” (Êx.16:4). O maná
caía todas as noites, juntamente com o orvalho. A ração diária era de um gômer (3,7
litros) por pessoa. Quanto às codornizes foram fornecidas somente uma vez mais
na marcha através do deserto (Êx.11:31,32).
Com
essa experiência no deserto de Sim Deus deseja ensinar a seu
povo a confiar nele como provedor de seu sustento diário e a não se preocupar
com o dia de amanhã. Deus provia cada vez para apenas um dia, exceto na véspera
do sábado. Nunca falhou com seu povo nos quarenta anos de peregrinação.
O maná é um símbolo profético de Cristo, o Pão verdadeiro (João 6:32-35). Assim como o maná, Cristo,
que veio do céu, tem de ser recolhido ou recebido cedo na vida (Êx.16:21;
2Co.6:2) e tem de ser comido ou recebido pela fé para tornar-se parte da pessoa
que o come. O maná era branco e doce; da mesma maneira Cristo é doce e puro
para a alma (Sl.34:8). Por sua vez, Cristo não dá vida a uma nação durante
quarenta anos somente, mas a todos os que creem Ele dá a vida eterna.
Deus
reteve a chuva durante três anos e meio (Lc.4:25; Tg.5:17). Esse juízo
humilhava Baal, pois seus adoradores criam que ele controlava a chuva e que era
responsável pela abundância nas colheitas. A falta de chuva resultaria em crise
econômica, que acabaria por tratar do orgulho, da arrogância e da idolatria
nacional, que chegava a creditar sua prosperidade aos falsos deuses.
Deus
sempre quis e quer dialogar com o homem, mas a persistência no pecado tem
levado o ser humano a sofrer diversas consequências e pesados juízos divinos.
Deus não se deixa escarnecer e tudo o que o homem semear, isto também ceifará
(Gl.6:7). Em Israel, os que adoravam a Baal criam que ele era o deus que
mandava chuvas e colheitas abundantes. Assim, quando Elias se colocou na
presença de Acabe e disse-lhe que não choveria por vários anos, o rei ficou
chocado. Baal tinha muitos sacerdotes os quais não poderiam trazer chuvas.
Elias confrontou corajosamente o homem que levara seu povo ao mal, e falou-lhe
de um poder muito maior do que o de qualquer deus pagão:
o Senhor Deus de Israel. Quando a rebelião e as heresias estavam em seu nível
mais alto no meio do povo, o Senhor não respondia somente com palavras, mas com
ações severas.
O
anúncio da seca deu início ao conflito entre Deus e Baal. Assim que a batalha
foi consolidada, Elias recebeu ordens do Senhor para que se isolasse junto
ao ribeiro de Querite - provavelmente situado na região de
Gileade -, durante o período da seca; ali, Deus milagrosamente proveria seu
alimento através dos meios mais improváveis (1Rs.17:3,5,6).
Elias
obedeceu a ordem de Deus. A obediência nos faz experimentar a provisão de Deus
em tempos de crise. Quem está em desobediência dificilmente desfrutará da
provisão divina. A obediência de Elias o preservou em segurança das mãos de
Jezabel nos anos de seca, e o preparou para os próximos desafios que iria
enfrentar para que o povo retornasse aos caminhos do Senhor.
Enquanto
havia água no ribeiro, Elias passou a ser alimentado por corvos, que lhe
traziam pão e carne pela manhã e pela noite (1Rs.17:6). Como diz o apóstolo
Paulo, “…Deus escolheu as coisas loucas deste
mundo para confundir as sábias, e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo
para confundir as fortes, e Deus escolheu as coisas vis deste mundo e as
desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma
carne se glorie perante Ele” (1Co.1:27-29).
Como
poderia Elias ser alimentado por corvos, animais que são conhecidos por serem
decompositores, ou seja, que se alimentam daquilo que está apodrecendo, daquilo
que está se desfazendo, e num momento em que passou a haver escassez de
alimentos? Como ser alimentado por um animal tão asqueroso, tão repugnante?
Entretanto, como disse o Senhor, havia sido dada uma ordem aos corvos para
alimentar o profeta e, ante a ordem divina, não há como haver recusa. Elias,
toda manhã e toda noite, era servido pelos corvos, que, pontualmente, cumpriam
a ordem do Senhor. Deus, assim, mostrava, duas vezes ao dia, ao profeta que
estava no controle de todas as coisas, que toda a natureza estava sob as Suas
ordens. Glórias a Deus!
Dia
após dia, Elias era alimentado pelos corvos, mas a seca que anunciara já era
uma realidade. Por isso, dia após dia, as águas do ribeiro de Querite iam
minguando, até o momento em que o ribeiro secou. Deus continuava a agir na vida
de Elias, demonstrando que tinha o controle da situação. Os corvos vinham lhe
trazer comida, mas o ribeiro se secava, em cumprimento à palavra do profeta,
que falara em nome do Senhor. Deus tem compromisso com a Sua Palavra (Jr.1:12)
e não a invalidará, ainda que isto representasse a proteção e o sustento dos
Seus servos fiéis. Deus não precisa invalidar a Sua Palavra para guardar os
Seus. Elias experimentou a provisão de Deus.
3. A provisão de Deus para Elias em Sarepta (1Rs.17:8-16). Quando o ribeiro secou, Deus, então,
mandou que o profeta fosse para Sarepta, cidade pertencente a Sidom, pois o
Senhor havia ordenado a uma viúva que sustentasse o profeta (1Rs.17:9). Vemos,
aqui, que Deus, depois de mostrar que tinha controle sobre a natureza, estava
agora a mostrar ao profeta que também era o controlador da humanidade e das
estruturas sociais. Além do mais, tratava-se de uma viúva e as viúvas, geralmente,
eram pessoas necessitadas, que se encontram entre os mais desprovidos de
recursos econômico-financeiros, que viviam da caridade pública. Entretanto,
este Deus que escolhe as coisas loucas para confundir as sábias, fez com que o
profeta passasse a ser sustentado, na terra de Sidom, por uma viúva miserável.
Essa situação foi bastante pedagógica ao profeta. A cada instante, Elias
aprendia o significado do seu próprio nome: “Javé
é Deus”.
A
lógica de Deus se contrapõe à lógica humana. O texto bíblico diz que a situação
daquela mulher viúva era tão crítica, que ela estava prestes a preparar a sua
última refeição e aguardar, com o único filho, a morte. Então, por que Deus
enviou o profeta à viúva de Sarepta, que estava vivendo um momento de
dificuldade e escassez muito maior que a experimentada por ele? A lógica de
Deus se contrapõe à lógica humana. Deus não pensa como o homem, não considera
as saídas e soluções que imaginamos, nem se prende ao que vemos e supomos ser o
melhor para nós nas situações pelas quais passamos. Está escrito: “Porque os
meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus
caminhos, diz o Senhor” (Is 55:8). Quando, em meio a uma gigantesca
necessidade, Deus nos coloca diante de alguém com uma necessidade maior ainda e
afirma que de tal pessoa virá a ajuda, é porque o milagre está sendo preparado,
o milagre da dependência total do Senhor.
Ao
chegar à casa da viúva, Elias lhe pede água e pão. A mulher respondeu que não
tinha pão. Em sua casa, havia apenas um punhado de farinha e um pouco de
azeite. Então, o profeta desafia aquela mulher a assar primeiro um pão para
ele. A mulher acreditou na palavra do profeta. Para ver a provisão divina
é preciso crer. A provisão de Deus veio para Elias e para viúva que o acolheu.
A farinha e o azeite da mulher não se acabaram até o dia em que as chuvas
voltaram a cair. Este é o nosso Deus. Ele está no controle de todo o reino da
Natureza. Portanto, “Só o Senhor é
Deus!”. Aleluia!!


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